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História |
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História da Pousada |
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No início, a família recém chegada do Rio de Janeiro, acreditaram
no empreendimento mesmo diante das dificuldades em construir as hospedagens em uma ilha,
que fica à 26 km do continente. Estavam afim de viver e trabalhar na Ilha Grande; hoje,
eles fazem parte na nova fase turística da região que se desponta progressivamente para
o turismo.
Juntamente com os filhos André Telles e Gleise Telles, dona Áurea, tem o prazer
de receber turistas que vem de diversas partes do mundo e passam pelo Balneário de
Provetá durante o ano inteiro.
Nas altas temporadas o trabalho é dobrado e, com amor e pelo prazer de fazerem do
local uma pousada familiar, eles vão vivendo e trabalhando onde sonharam um dia. |
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Por volta de 1991, a Ilha grande enfrentava sérios problemas que
poderiam mudar o quadro ocupacional dos moradores local. Ainda existia o presídio
"Cândido Mendes", o turismo era por parte excasso na parte Sudeste da ilha. A
economia local sempre foi o pescado de sardinha e, a população da praia é na maioria de
evangélicos que tem base ancestral em duas famílias: Martins e Ferreira. O povoado nem
pensava em despontar para um futuro turístico, que ainda parecia distante aos olhos dos
mais motivados em fazer uso turístico do local.
Em 1994 as proporções a serem tomadas foram inesperadas e, marcada pela
desativação do Presídio Cândido Mendes. Os moradores temiam uma ocupação desordenada
do turismo e, temiam que a criminalidade aparecesse no local, por causa da migração dos
policiais da ilha para o continente. Ao longo do tempo, o que se viu foi o local
despontando-se para o turismo desorientado que faziam desordem no local que até o momento
era 'super preservado'. Provetá fazia parte do contexto, já que está situada na região
sudeste da ilha que abrange 7 praias.
Hoje temos o orgulho de ser uma das mais preservadas belezas naturais da ilha em
suas 106 praias.
O Srº Luiz (in memoriam) e Srª Áurea pensaram grande e adquiriram
um terreno que por um longo tempo foi cenário vazio no canto da praia. Moravam em
barracas de campings de cômodos abertos tendo como cenário, o céu estrelado da Ilha
Grande. Por vezes buscaram pensamentos positivos em Deus, e obtiveram fé que estariam um
dia em seu próprio empreendimento.
Nas vezes que soprava o vento sudoeste - típico do local - se apegavam bem forte
às armaçãoes de ferro que sustentavam a barraca. Juntamente com os filhos André Telles
e Gleise Telles, ambos universitários de Geologia e Oceanografia que, conviviam com o
esforço dos pais e davam-lhe forças para alcançar o objetivo de trabalhar na Ilha
Grande e poder trazer pessoas a conhecerem este local que, ainda hoje é preservado
graças as dificuldades que havia para se chegar ao local em meados da década de 90.
Por volta de 1997 a casa já estava erguida e, com êxito de ser a primeira
construção particular com o estilo colonial que faz juz ao lindo local, situado ao pé
do morro.
As dificuldades em atravessar materiais em traineiras, se opuseram a cada travessia
de 26 km Angra/ Provetá.
Hoje o mérito não é nosso mas, de todos que se dão a chance de conhecer este
lugar extraordinário de beleza tamanha a ser comprovada nas diversas reportagens
turísticas nas mais conceituadas revistas e programas televisivos que diz respeito ao
assunto. |
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